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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Sexo na gravidez »

A gravidez é realmente um período repleto de transformações. Inundada por um verdadeiro mar de hormônios, a mulher sente na pele essas mudanças: o peso aumenta, os seios crescem, o corpo, a agilidade, o apetite e o sono não são iguais ao que eram antes, e a sensibilidade? Essa então…a emoção fica a flor da pele!
Com o sexo não poderia ser diferente. Muitos casais experimentam mudanças importantes no decorrer dos nove meses de gestação, seja no modo de relacionar-se sexualmente (algumas posições podem ficar bem mais difíceis com o crescer da barriga) ou na intensidade do seu desejo, que pode diminuir ou aumentar.
Existem muitos mitos e tabus ao redor da sexualidade na gravidez. Algumas pessoas acreditam que o casal que mantém uma vida sexual ativa durante a gestação pode acabar prejudicando o bebê, o que nem sempre é verdade.
Durante uma gravidez normal, ou seja, se não houver nenhuma ameaça de aborto, parto prematuro ou qualquer outra condição que represente uma ameaça eminente, não há motivo para não se ter relações sexuais. Se tudo estiver correndo bem com a mãe e com o bebê, é até bom que a vida sexual seja mantida, pois relaxa, aumenta a cumplicidade do casal, alivia as tensões a ainda passa boas energias para o futuro bebê!
Algumas curiosidades sobre o orgasmo e o desejo sexual na gravidez:  Há diversos relatos de mulheres dizendo que o tesão diminuiu conforme o crescimento da barriga  e que enjoaram até mesmo do cheiro do marido! Outras dizem ter experimentado um orgasmo totalmente diferente durante a gravidez, muito mais intenso e duradouro além de um aumento no seu desejo sexual. Existem diversos estudos que mostram que durante o orgasmo da mãe, a sensação de euforia, bem estar e relaxamento sentido pela mulher é passada também para o bebê, que também fica “na paz”, super relax!
Por outro lado, os mitos atrapalham e muito! Há quem pense que durante a penetração vaginal, o pênis pode chegar tão fundo a ponto de “machucar o bebê”; que a ejaculação pode atingi-lo; ou ainda que as contrações uterinas provocadas pelo orgasmo da mãe podem ser capazes de desencadear o parto. Nada disso tem fundamento, é bobagem pura!
Um fato que realmente pode atrapalhar a vida sexual  é o tamanho da barriga. Determinadas posições ficam praticamente impossíveis no final da gravidez, como a clássica “papai e mamãe”. Por isso, muitas vezes o casal vai precisar de algumas adaptações no seu cardápio de posições sexuais para continuar se relacionando. Usar a criatividade ajuda!
Um lembrete importante: sexo não se limita somente a penetração. Existem diversas outras de se exercer a sexualidade e não é só na gravidez: sexo oral, masturbação mutua, toques e carícias também podem ser muito prazerosos! Basta experimentar e descobrir!