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quinta-feira, 17 de março de 2016

melhores investimentos para 2016

O Brasil ficou barato e devemos aproveitar o momento para ganhar dinheiro. Mas o que fazer? Tal pergunta tem sido feita por muitos leitores e, por isso, preparei um relatório exclusivo com os 5 melhores investimentos para conseguir lucrar em 2016.
Sabemos que este ano será difícil e precisaremos ter um cuidado especial na hora de investir. Contudo, quem não aproveitar as oportunidades vai se arrepender no futuro. E hoje há vários caminhos interessantes no mercado. A bolsa é um deles.
É possível encontrar ações de empresas excelentes sendo negociadas a preços extremamente convidativos. Desse modo, eu reforço: não hesite em aproveitar as oportunidades e tente montar uma posição com pelo menos 10% do capital em renda variável.
E lembre-se: invista sempre em empresas com boas margens, poucas dívidas e um longo histórico de lucratividade.
A frase acima não significa que o leitor não deva manter posições na moeda norte-americana. Ao contrário, gostaria muito de convencê-lo de algo importante: é necessário manter alguma exposição, em maior ou menor medida, à moeda forte. A assertiva vale sempre, em qualquer cenário. A diversificação é um instrumento importante. A velha máxima de não colocar todos os ovos na mesma cesta. Vale para renda fixa, imóveis, ações e, claro, moedas. Todo brasileiro deveria ter parte de suas aplicações em moeda forte. Serve como importante instrumento de diversificação e hedge (proteção). Ademais, diante da situação brasileira especialmente complicada, não seria surpresa ver o câmbio passando por momentos de overshooting (reação exageradas de curto prazo em que ele se distancia do equilíbrio fundamental), voltando a ser negociado acima de R$ 4,00. Devemos ter mais um ano de recessão profunda e a inflação alta retira valor da nossa moeda, por definição. A crise política impõe instabilidade adicional e os termos de troca (relação entre o que vendemos ao exterior e o que compramos de fora) continuam desfavoráveis. Em reforço, a perspectiva de subida do juro nos EUA pode retirar fluxo de recursos dos mercados emergentes, penalizando suas respectivas moedas. Como recomendação pragmática, portanto, fica: cada vez que o dólar se afastar dos R$ 4,00 e aproximar-se dos R$ 3,50, vale a pena reforçar posição. A exposição não precisa ser muito grande, dado que o juro no Brasil é muito alto e estamos em torno do equilíbrio de longo prazo. Algo como 10% a 15% do seu portfólio parece fazer sentido neste cenário. Pós-fixados O encerramento da seção anterior nos leva a um corolário óbvio: precisamos aproveitar o juro bastante alto no Brasil. Trata-se da forma mais simples, sem risco, de aumentar o patrimônio e garantir retornos reais razoáveis. Claro, essa é a parte sem risco de seu portfólio e não é daí que virão os maiores retornos. O ponto é que os títulos Tesouro Selic (pós-fixados) ou os fundos DI devem absorver uma parte relevante de seu portfólio. Pouco risco e retorno alto. Há de se lembrar que os pós-fixados são o investimento para períodos de turbulência, exatamente como este que estamos vivendo. Em adição, ainda que o juro venha a subir nos EUA, o ambiente internacional convive com juros excepcionalmente baixos. O mundo inteiro oferece juros praticamente zerados. É um grande privilégio termos 14,25% ao ano, com risco desprezível e liquidez diária. Em muitas situações, o melhor a se fazer é justamente fazer o óbvio. E este é justamente o caso. Considero ainda que, por conta da inflação persistentemente alta, o Banco Central do Brasil será obrigado a voltar a subir a taxa Selic - e isso deve aumentar ainda mais a atratividade dos pós- fixados. Trato com um pouco mais de profundidade do tema no próximo tópico. Títulos de inflação Tenho uma grande preocupação para 2016, que é justamente a inflação. Claro que a recessão também impõe riscos importantes e deve ser monitorada de perto. Entretanto, a questão do (de)crescimento econômico está, em grande medida, devidamente contemplada pela maior parte de economistas, investidores e empresários.