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domingo, 22 de maio de 2016

Drogas ! não. vida sim


A maioria que tentam abandonar as drogas podem sofrer com a Síndrome de abstinência,são reações do organismo à falta da droga. A dependência química é uma doença que necessita de cuidados médicos e tratamento.

A família é fundamental para o sucesso do tratamento da dependência química. Pensar que tudo se resolverá a partir de uma internação ou após algumas consultas médicas é uma armadilha que não poupa a mais sincera tentativa de tratamento.
Estabelecer uma relação de convivência saudável contínua e clara dentro da família. Dar o exemplo e mostrar para os filhos a importância de sentirem-se bem com suas qualidades e defeitos, sucessos e fracassos. Ensiná-los desde cedo a conviver com regras, respeito, disciplina, deveres e obrigações.  Passar muito amor, afeto, carinho e auto-estima. Conhecer os ambientes que os filhos freqüentam e seus amigos e os pais dos seus amigos. Incentivá-los a estudar e praticar esporte. Passar informações sobre os riscos e conseqüência do uso da droga. Esclarecer sobre a ilegalidade da droga. A droga fere os princípios éticos e morais. 

Outros aspectos a serem considerados é que especialistas no assunto estão cada vez mais convencidos de que é muito melhor e mais produtivo um trabalho de prevenção às drogas, de conscientização de seus malefícios. Pois o trabalho de recuperação muitas vezes não ultrapassa o índice de 30%, em clínicas de tratamento e nos hospitais é de apenas 12%.
Estatisticamente está provado que a terapêutica preventiva oferece resultados mais positivos e menos onerosos do que a terapêutica curativa. Ainda continua sendo "melhor prevenir do que remediar".

Atualmente o Ministério da Saúde cuida da política assistencial de todo o Brasil. Infelizmente tem sido uma política muito ideologizada. A principal ideologia é que todos os pacientes deveriam ser tratados somente nos chamados CAPS-AD (Centro de Atenção Psico-Social para Álcool e Drogas). Infelizmente uma parte substancial dos dependentes químicos não adere a esse tipo de tratamento. Por exemplo, a maioria dos usuários de crack necessita de um tratamento bem mais estruturado, com internações em clínicas especializadas. Devido a essa ideologia o governo tem se afastado de uma solução satisfatória para o tratamento dessa população.
Na prática deixamos um grande número de usuários de crack e suas famílias completamente desassistidos.

O tratamento de um dependente de drogas custa, no mínimo, R$ 40 por dia numa entidade que não tenha fins lucrativos e tenha uma boa proposta de trabalho. Um valor abaixo de R$ 1,2 mil por mês já coloca em dúvida a qualidade do tratamento, afirma Edmilson Borges, presidente do Comad Jundiaí (Conselho Municipal Antidrogas). O custo elevado é problema para muitas famílias e, por isso, cobra-se cada vez mais o poder público em relação a custeio e garantia de vagas para a população.  O que na maioria das vezes nem sempre é atendido, tanto para tratar e muito menos para prevenir.